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cartaz_CPIG_2014_MariaEsta sexta de fim de mês convocam-se as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os no jejum que realizam nesse dia. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

 

 

Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:

DIA 26 DE SETEMBRO

BURELA: Praça do Concelho às 20h30 + Ceia vegana anti-repressiva no C.S. Xebra!
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça Amada Garcia às 21h
LUGO: Praça Maior às 20h30
NOIA: Praça da Constituçom às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO:  Marco (Rua Príncipe) às 20h00

Durante as concentraçons tomarám-se imagens para enviar ao preso independentista galego Eduardo Vigo Domingues quem estará de aniversário no vindeiro mês de outubro. Nom podes faltar! Aguardamos-te!

 

bilinnnNo dia de hoje a juíza instructora do caso Galicia Bilingüe, María Elena Fernández Currás, fazia pública a sentença contra as activistas pro-língua julgadas os passados meses de Maio e Junho após cinco anos de demora. Em Fevereiro de 2009 a associaçom galegófoba Galicia Bilingüe convocou umha manifestaçom em Compostela em contra da nossa Língua, provocaçom que foi respostada por dezenas de activistas pro-língua.

Condenas

Como se adiantara durante o juízo, o preso independentista Roberto Rodríguez Fialhega, Teto, e António F. fôrom absoltos, a estes dous nomes há que engadir-lhes o de Abraham P.,  o de Roberto C. mais o de Alexandre R.

Alejandro B. e Narciso V. som condenados a um ano de prisom e umha falta de danos por desordens públicas.

Para Aurélio L., Joam P. e Giana R., a condena é dum ano e nove meses de cadeia por atentado à autoridade.

As pessoas mencionadas até agora NENGUMHA delas entraria em prisom. O caso mais grave é o de Bernardo M. quem é condenado a 4 anos e 2 meses de prisom.

Também há umha pessoa em busca e captura por nom asistir ao juízo.

Igualmente a Defensa conseguiu que se absolveram a todas as imputadas da multa de responsabilidade civil que a acuaçom cifrara em 34.000 euros.

Recursos ante a Audiência Provincial

Ante esta primeira sentença a Defesa já está  a preparar os recursos oportunos. No caso de Aurélio L., Joam P. e Giana R., estamos ante umha condena juridicamente injustificada já que as provas mencionadas na sentença condenatória nom se empregárom no julgamento polo que foi impossível contradezi-las.

A nível geral cabe referir-se a que a sentença alude a fundamentos jurídicos endéveis e que nom se aplicou o atenuante de dilaçons –demora de mais de cinco anos-. De aplicar-se este critério baixaria mais dum terço a pena a cada umha das pro-língua e até poderia ser estimada a dilaçom qualificada com o que se baixaria um grau. Pola contra a juíza entende que a demora dos juízos foi por causa de todas as partes, umha afirmaçom que é claramente falsa. Ademais confundem-se os delitos de atentado com o de desordens.

Finalmente, o caso de Bernardo M. é o que mais complicaçons respeito aos recursos oferece. Isto é devido a que os vídeos que supostamente o inculpam sim que fôrom submetidos à contradiçom no juízo. Esta pessoa sim que poderia entrar em prisom ainda que restam todos os recursos possíveis para evitá-lo já que estamos ante umha desproporcionalidade manifesta.

 

A contosorioinuaçom achegamos umhas linhas escritas pola presa independentista galega Maria Osório Lopes desde a prisom de Soto del Real datadas de começos de agosto. Nelas, Maria Osório, pretende fazer umha achega para compreender as circunstâncias que a lévarom a ser umha presa política. Lembramos que Maria, atopa-se atualmente na cadeia de León.

"O meu processo de politizaçom e incorporaçom à militância é importante para entender o meu encarceramento. A família e um professorado já politizado em boa medida fôrom importantes mas o fulcral foi que comecei a politizar-me no instituto quando contava com 16 ou 17 anos. Daquelas era um momento convulso: LOU, Prestige, Guerra de Iraque, Plano de Bolonha. O meu liceu estava relativamente perto de Compostela polo que estava ao dia do que acontecia na capital galega. Pode-se dizer que eu fum um producto do seu tempo como tanta outra gente.

Umha vez organizada começas a conhecer a companheir@s muito importantes. Nesta etapa inicial, já antes da universidade, conhecim a Antom e Eduardo por ejemplo. Na facultade todo vai seguindo o seu curso e adquires compromissos mais em profundidade.

A nível laboral a maioria movemo-nos sempre na precariedade e no exceso de formaçom universitária, o qual nom quer dizer de qualidade. Deixamos de confiar na possibilidade de ter um trabalho digno como pensávamos em primeiro de carreira e, bastante decepcionad@s com o mundo, colocamos de maneira natural a militância num primeiro plano. Porque a cousa é, se nom há trabalho, se nom queres emigrar, se queres viver dignamente, entom que fas?

Umha vez na dinámica militante depois todo som escolhas e incluso azares. A vida mesma, vaia. Acho que, como conclussom, fomos e somos produtos sociais como toda a militância. Querem individualizar-nos ou separar-nos dum contexto e isso é impossível, pois é difícil fazer escolhas determinadas na vida se nom se dam codicionantes prévios. Por isso somos pres@s polític@s, por isso e porque a vida é política."

 

mariA presa independentista Maria Osório Lopes foi deslocada na passada sexta desde a prisom de Soto del Real (Madrid) até a cadeia de Mansilla de las Mulas em León. Continua a estar dispersada a 200 quilómetros da sua casa familiar em Becerreá.

Maria, que já puido comunicar esta fim de semana passada com as/os suas/seus amigas/os e com a família comunicou que se atopa em bom estado físico e anímico. Igualmente remitiu que, devido ao deslocamento, nom lhe estám a chegar cartas nestes dias polo que desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR fazemos um chamamento a escrever-lhe de jeito maciço.

Maria Osório Lopes
C.P. Mansilla de las Mulas
Paraje Villahierro s/n
24210 Mansilla de las Mulas. León
 

Vuelta_2Desde que deu início “La Vuelta” no nosso País, um número ingente de forças repressivas chegárom à Galiza com o objetivo de que o evento político/desportivo decorrera sem complicaçons. Ao parecer tanto para a Guardia Civil, Polícia Nacional, Policía Local e responsáveia políticos, que o Povo manifestara que Galiza nom é Espanha supunha um dano para a imagem de “regiom pacífica e submisa” que pretendem dar cara o exterior. A tentativa feita pola canle española encargada da retrasmissom de “La Vuelta” nom obtivo o resultado que procurou, centos de bandeiras galegas inundárom o percorrido na Galiza sendo vistas por milhóns de pessoas.

A liberdade de expressom ejercida polas/os galegas/os foi reprimida pola polícia nas suas diferentes modalidades. Desde que “La Vuelta” chegou a Galiza, incontáveis tenhem sido os casos reportados de agressons policiais, identificaçons, ameaças e insultos para aquelas/es que portárom simbologia do País. Ainda que os testemunhos variam dumha zona a outra da Galiza, todos coincidem em que os corpos repressivos estavam alerta da possibilidade de presença soberanista durante o percorrido, também quadram em que todas as pessoas fôrom identificadas.

*Mais imagens nas nossas redes sociais Facebook e Twitter.

 

torresDurante a apertura do curso judicial, o Fiscal General del Estado, Dulce Torres, confirmou que numerosas unidades da Policía Nacional e da Guardia Civil especializadas na luita “anti-terrorista” fôrom deslocadas desde Euskal Herria para a Galiza. Ademais Torres referiu-se ao “peligro que supone el independentismo radical de la Comunidad, encarnado en la organización terrorista Resistencia Galega”, concretou.

Num ato que contou com a presença de Felipe VI, do Ministro de Justicia e de vários altos cargos do poder judicial, Torres Dulces engadiu: “No dejamos de lado la aparición de preocupantes muestras de terrorismo, no diría que en estado embrionario, sino ya activo, como el del independentismo radical gallego”.

Finalmente o Fiscal General del Estado referiu-se ao yihadismo mais ao anarquismo como outras novas ameaças tras o cese de ETA. Para Dulce Torres, o independentistmo galego ocuparia o segundo lugar depois do yihadismo.

 
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