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Teto_novaHá já mais dum mês e médio que o preso independentista galego, Roberto Rodrigues Fialhega, foi deslocado à prisom de Villanubla (Valladolid) para cumprir em régimen de primeiro grau o restante da condena ratificada polo Tribunal Supremo. Desde a sua chegada a esta nova cadeia Teto permanece em isolamento total 24 horas ao dia já que o centro penitenciário nom está habilitado para reclusos classificados em primeiro grau.

Esta situaçom implica que o independentista vigués leva sem ver nem falar com outros presos várias semanas ainda que o próprio  Reglamento Penitenciario prevé um número mínimo de companha no pátio para evitar o isolamento social. Igualmente é destacável que Villanubla alberga a presos políticos bascos com classificaçom em primeiro grau mas que estám a cumprir a pena em módulos de segundo devido ao artigo 100.2 do mesmo Reglamento  que apela ao princípio de flexibilidade por parte da prisom.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos denunciar estas insostíveis condiçons de vida às que Instituciones Penitenciarias está arrastrando ao preso independentista galego e exigimos a sua imediata retirada de isolamento. Também reprochamos o deslocamento de Roberto Rodrigues a umha prisom que nom cumpre com as características adequadas para o cumprimento da condena e a dobre política aplicada aos reclusos de primeiro grau que aplica a Direçom da prisom. De continuar a imobilidade nom se descartará elevar o caso ante os tribunais.

Finalmente fazemos um chamamento à SOLIDARIEDADE para que todas/os lhe enviemos umhas linhas de apoio a Teto e, mediante elas, mitiguemos a injusta situaçom que está a afrontar o preso independentista. O nosso apoio será fulcral para que continue a encarar a cadeia com dignidade e valentia.

Roberto Rodríguez Fialhega
Centro Penitenciario de Valladolid
Carretera del Adanero Gijón, km 94
47620 Villanubla, Valladolid
 

villabonaO diretor do centro penitenciário de Villabona (Asturies), Esteban Suárez, solicitou a sua demissom esta segunda feira após foram atopados dous reclusos mortos nesta cadeia o passado 1 de Novembro. Os internos falecidos, Juan V.H. e Jonathan A.V., eram de origem canário, tinham entre 30 e 40 anos estavam condenados por delitos contra a saude pública e roubos. A investigaçom sobre o acontecido continua aberta e as primeiras pesquisas policiais apontam a que nom se trata dumha sobredose de drogas ilegais, segundo palavras do Secretario General de Instituciones Penitenciarias, Ángel Yuste.

A cadeia de Villabona é conhecida por ter desde 1992 e até há ums anos um programa denominado Unidad Terapéutica Educativa (UTE) que foi desmantelado polo próprio ex-director Esteban Suárez. A UTE contava com umha série de profissionais adicados à medicina convencional que tratavam de “reinsertar” à comunidade presa mediante medicamentos e terápia de forma diária. A situaçom agravou-se ao ser despedidos estes profisionais médicos já que a prisom começou a facilitar sem nengum tipo de controlo sobre reclusos todo tipo de medicaçom (anti-depresivos, ansiolíticos, etc) e incluso a dose para vários dias. A diretora da UTE, Rosa Fernández, declarou ao respeito: “tienen todas las drogas legales al alcance de las manos”, em referência á disposiçom do presos.

De igual jeito o sindicato Agrupación de los Cuerpos de la Administración de Instituciones Penitenciarias (Acaip) já denunciara em várias ocasions a dispensaçom nom regulada de medicamentos aos reclusos em Villabona e considera que a morte dos dous canários tem origem neste factor. Também há um ano o funcionário J.V.M.R. deste centro penitenciário enfrontava-se a umha petiçom de cinco anos de prisom por torturas a um preso que tinha acreditado o 73% de minusvalia.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos denunciar novamente as situaçons de torturas presentes de jeito cotiá nas prisons mas também fazer fincapé na “tortura branca” que incide em medicalizar às/aos presas/os até empurrá-las/os a situaçons inumanas e insostíveis que rematam, como neste caso, com a vida de duas pessoas. As empresas farmacéuticas som um dos grandes beneficiados destas políticas penitenciárias mas também as instituçons que advogam pola destruiçom pessoal das/os reclusas/os em contra das suas leis que afirmam no artigo 25.2: “las penas privativas de libertad y las medidas de seguridad estarán orientadas hacia la reeducación y reinserción social”.

 

Minutos depois do meio-dia do domingo partia da Alameda de Compostela a mobilizaçom que levou por legenda “Paremos as políticas de extermínio contra a nossa Língua”. Mais dum cento de pessoas encabeçadas por organizaçons sociais e políticas manifestavam assim o seu total rechaço contra as medidas que procuram aniquilar o Galego mas também respaldando ás/aos seis condenadas/os a 11 anos de prisom por fazer fronte no 2009 à organizaçom galegófoba “Galicia Bilingüe”.

b_450_0_16777215_00_archivos_Administradores_Maurcio_2014-11_161114_linguaControlo anunciado

O protesto que decorreu polas ruas da capital galega estivo em todo momento vigiado pola Policía Nacional que nom duvidou em manter um extremo controlo policial na cidade desde horas antes. Ringleiras de polícias ataviados com material anti-distúrbio caminhárom rodeando a manifestaçom num desafio permanente.

A posta em cena do que aconteceu o domingo concorda com as declaraçons feitas esse mesmo dia polo novo Subdelegado del Gobierno na Galiza, Santiago Villanueva, nas que mantivo ao “terrorismo” como principal foco da sua atençom e atividade.

Retroceso no número de falantes e solidariedade

A mobilizaçom concluiu na Praça do Toral onde Óscar Gomes, membro do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR, denunciou a situaçom de retroceso no que se atopa o nosso idioma mas também a repressom penal e económica das pessoas encausadas.

Igualmente Giana Rodrigues foi a encarregada de ler o seguinte manifesto antes de proceder ao canto do hino da Pátria.

"Em 2009, quando regia a administraçom autonómica o bipartido PSOE-BNG e se iniciavam certas medidas institucionais de apoio ao Galego, a organizaçom extremista Galicia Bilingüe convocou umha mobilizaçom apoiada por toda a extrema direita política e mediática para paralisar qualquer política ativa de normalizaçom e favorecer o retorno do PP à Junta da Galiza.

A mobilizaçom espanholista foi contestada por dezenas de pessoas que se concentrárom frente à Alameda de Compostela, sendo identificadas e agredidas pola Polícia espanhola, que era alentada por seguidores de Galicia Bilingüe. Produzírom-se detençons, cargas, ingressos hospitalares e a impossibilidade de os setores sociais favoráveis à língua deste país exercerem o seu direito de manifestaçom. Mais umha vez, os antidisturbios encargárom-se de impedi-lo a porraços e pelotadas.

Aquel conflito rematou nos julgados, processando-se 10 pessoas para as que se solicitárom 45 anos de prisom e importantes sançons económicas. Finalmente, seis fôrom condenadas a onze anos de cárcere num juízo que suscitou a solidariedade de todos os agentes sociais, sindicais e políticos do país e as petiçons mediáticas de fortes condenas polo Delegado del Gobierno de España Samuel Juárez.

A sentença do juízo que nas redes sociais se chamou #8f45anos é paradoxal: quando o IGE anuncia que, por primeira vez na história da Galiza, os galegos e galegas que temos a língua do país como primeira somos já menos de 50% da populaçom e a transmissom intergeracional normalizada é incerta, quando se incumprem as raquíticas iniciativas legais favoráveis ao Galego e se legisla ativamente contra a nossa língua, quem remata no banco dos acusados, e condenadas, som independentistas que denunciam este extermínio planificado.

As associaçons, entidades e organizaçons abaixo assinadas, chamamos a sociedade galega a se mobilizar no próximo domingo 16 pola absoluçom das seis pessoas condenadas a prisom e para exigir umha viragem radical nas políticas lingüísticas planificadas e executadas pola administraçom galega e espanhola para conquistar o seu histórico objetivo de substituir definitivamente o Galego polo espanhol e a nossa extinçom como Povo.

Defender o nosso idioma é também defender as pessoas perseguidas e sancionadas por reivindicá-lo. Nunca renunciaremos à nossa Língua."

Todas as imagens da jonada e o vídeo podedes atopa-los no web de GalizaContrainfo.

 

2Manipulaçom informativa.

O diário espanhol de extrema direita La Gaceta, do grupo Intereconomía, publicou na ediçom digital de 7 de novembro umha nova sob o título Agulleiro ya se jactaba de acusar a María San Gil. O titular complementa-se com umha crónica falsa e dous videos em que um reporteiro do diário espanhol entrevista um indivíduo com um físico visivelmente distinto do de Raul Agulheiro que suplanta a personalidade deste para dar visos de veracidade à crónica de La Gaceta.

A jornal de extrema direita apagou onte a notícia do seu web logo de receber umha chamada do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR advertindo do início de açons penais por esta intoxicaçom informativa. Anexamos as capturas de écram realizadas que provam a suplantaçom de personalidade. Foi impossível recuperar o video em que o indivíduo que aparece como Raul Agulheiro se auto-inculpa com visível inconsciência do protesto nom autorizado contra Maria San Gil em fevereiro de 2008 e “reconhece” manter relaçons “com Cuba e Euskal Herria”.

O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR estuda o início de açons judiciais contra La Gaceta por esta informaçom que confirma, por enésima, vez umha prática habitual dos principais meios de propaganda no tratamento informativo de exceçom que recebe o independentismo galego. Destacar que, em fevereiro de 2008, Raul Agulheiro nem sequer cursava estudos na USC.

1

 

50d034b6cb2f6-fotocarlosprazaNo dia de hoje a Defesa de Carlos Calvo comunicou a sentença emitida pola  Audiencia Nacional na que se valoram os 17 cacheos aos que foi submetido desde 2012 até 2014 o preso independentista. O tribunal considera que o trato recebido foi “injustificado” e de jeito “arbitrário” e concorda que Instituciones Penitenciarias realizou-no com “carácter sistemático”.

Os cacheios integrais faziam-se baixo as ordens de “suspeita de ocultaçom de substâncias ou objetos proibidos” mas nunca lhe foi atopado a Carlos Calvo nengúm objeto dessa índole. Igualmente em outras ocasions as justificaçons que aportavam os funcionários da cadeia eram que se deviam a “ordens da Direçom” e assim procedérom até em 17 ocasions a espir ao preso independentista galego.

Carlos Calvo denunciou estes factos ante o Juzgado Central de Vigilancia Penitenciaria e após ser desestimada a sua queixa, a Defesa do preso independentista elevou-na até a Audiencia Nacional que finalmente outorgou-lhe a razóm a Calvo.

O auto do Tribunal de Exceçom assinado polo juíz Ramón Sáez junto com os magistrados Fernando Grande Marlaska e Manuela Fernández Prado sinalárom a fraqueza das alegaçons por parte de Instituciones Penitenciarias para proceder aos cacheios integrais declarando à prisom como infratora.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos novamente denunciar a completa vulneraçom de Direitos Fundamentais que enfrontam cada dia as/os presas/os independentistas galegas/os e que atentam contra qualquer código de Direitos Humanos ratificados como estám polo próprio Estado Espanhol.

 

Cartaz_Mani_Defesa_da_Lingua_01O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR apoiamos a convocatória deste domingo em defesa das/os seis independentistas penadas/os com prisom por defenderem o Galego.  A continuaçom reproduzimos o comunicado

Em 2009, quando regia a administraçom autonómica o bipartido PSOE-BNG e se iniciavam certas medidas institucionais de apoio ao Galego, a organizaçom extremista Galicia Bilingüe convocou umha mobilizaçom apoiada por toda a extrema direita política e mediática para paralisar qualquer política ativa de normalizaçom e favorecer o retorno do PP à Junta da Galiza.

A mobilizaçom espanholista foi contestada por dezenas de pessoas que se concentrárom frente à Alameda de Compostela, sendo identificadas e agredidas pola Polícia espanhola, que era alentada por seguidores de Galicia Bilingüe. Produzírom-se detençons, cargas, ingressos hospitalares e a impossibilidade de os setores sociais favoráveis à língua deste país exercerem o seu direito de manifestaçom. Mais umha vez, os antidisturbios encargárom-se de impedi-lo a porraços e pelotadas.

Aquel conflito rematou nos julgados, processando-se 10 pessoas para as que se solicitárom 45 anos de prisom e importantes sançons económicas. Finalmente, seis fôrom condenadas a onze anos de cárcere num juízo que suscitou a solidariedade de todos os agentes sociais, sindicais e políticos do país e as petiçons mediáticas de fortes condenas polo Delegado del Gobierno de España Samuel Juárez.

A sentença do juízo que nas redes sociais se chamou #8f45anos é paradoxal: quando o IGE anuncia que, por primeira vez na história da Galiza, os galegos e galegas que temos a língua do país como primeira somos já menos de 50% da populaçom e a transmissom intergeracional normalizada é incerta, quando se incumprem as raquíticas iniciativas legais favoráveis ao Galego e se legisla ativamente contra a nossa língua, quem remata no banco dos acusados, e condenadas, som independentistas que denunciam este extermínio planificado.

As associaçons, entidades e organizaçons abaixo assinadas, chamamos a sociedade galega a se mobilizar no próximo domingo 16 pola absoluçom das seis pessoas condenadas a prisom e para exigir umha viragem radical nas políticas lingüísticas planificadas e executadas pola administraçom galega e espanhola para conquistar o seu histórico objetivo de substituir definitivamente o Galego polo espanhol e a nossa extinçom como Povo.

Defender o nosso idioma é também defender as pessoas perseguidas e sancionadas por reivindicá-lo. Nunca renunciaremos à nossa língua.

MOBILIZAÇOM: Domingo, dia 16 às 12h desde a Alameda

 
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